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Postada em: 26/06/2012  
Presidente da Câmara defende sanções ao Paraguai
 O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), defendeu nesta terça-feira que as sanções ao Paraguai pelo impeachment-relâmpago do ex-presidente Fernando Lugo sejam políticas e não econômicas.

Segundo o petista, o Congresso Paraguaio "patrocinou um novo golpe". "Acho equilibrada a posição do governo e da presidente Dilma de que o que aconteceu no Paraguai, no mundo da política, não pode trazer prejuízos à população do Paraguai. Portanto, sanções econômicas muito mais do que atingir quem patrocinou o novo golpe, [a punição] atingiria fortemente a população".

Para Maia, a posição dos congressistas paraguaios causou "indignação". "O nosso sentimento nesse momento é de indignação, perplexidade e não nos resta outro caminho que não seja cobrar medidas que possam no futuro evitar para que não possam se repetir", disse.

Ele defendeu mudanças na Constituição do país vizinho sobre o processo de afastamento ou impeachment do presidente.

"Se a lei pressupõe a possibilidade de afastamento e impeachment de um presidente em apenas 24 horas, o Parlamento já deveria há muito tempo ter mudado a lei, a Constituição para permitir que esses processos de impeachment pudessem se dar de forma mais democrática", disse.

A extensão das sanções ao país hoje governado por Federico Franco será definida na reunião entre os integrantes do Mercosul e os demais membros da Unasul (União das Nações Sul-Americanas), entre quinta (28) e sexta-feira (29).

Há quatro gradações de sanções em debate: 1) expulsão; 2) suspensão sem afetar as relações comerciais; 3) rompimento dos projetos de integração física e de cooperação (agrícola, por exemplo); 4) bloqueio de financiamentos (o do BNDES, por exemplo).


Fonte: De Brasilia



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