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Postada em: 26/06/2012  
Copa-2014 será 'pesadelo logístico', diz jornal britânico
 O diário "The Independent" afirma em sua edição desta terça-feira que a Copa do Mundo-2014 será ''um pesadelo logístico devido às grandes distâncias e variações de temperaturas'' no Brasil.

O jornal diz que os transtornos enfrentados pela Inglaterra na Eurocopa --que teve que se deslocar várias vezes entre os dois países-sede do torneio, a Ucrânia e a Polônia- -, são ''férias na praia'' se comparados com os que poderão ser enfrentados pela equipe inglesa, caso se classifique, durante a Copa no Brasil.

Durante a Euro, a seleção inglesa, que foi eliminada pela Itália, teve de enfrentar quatro voos ao longo de 16 dias, mas o diário comenta que se a Inglaterra cair no Grupo E do Mundial, ela poderá ter de viajar uma distância de mais de 4.400 quilômetros.

Além das cansativas e longas viagens, segundo o jornal, as equipes teriam que ''encarar temperaturas que iriam do tropical ao congelante''.

INSPEÇÃO

Como exemplo do extremo calor tropical que a equipe enfrentaria, o "Independent" cita a Arena da Amazônia, em Manaus, e, em outro extremo, o estádio Beira-Rio, de Porto Alegre, ''que conta com invernos mais amenos que os europeus, mas que pode ocasionalmente ter temperaturas congelantes''.

Em julho, o técnico da Inglaterra, Roy Hodgson viajará ao Brasil, na companhia de um representante da delegação inglesa, para inspecionar os locais que a Associação de Futebol (FA, na sigla em inglês) inglesa escolherá para hospedar a equipe.

De acordo com o "Independent", a FA poderá optar pela região costeira do Nordeste, seja Fortaleza, Recife ou Natal ou ''mais provável, por bases em grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, no sudeste''.

O jornal lembra que nenhum país europeu já ganhou uma Copa do Mundo realizada na América do Sul e acrescenta que a competição contará com ''equipes mais talentosas que o atual time inglês''.

Mas conclui que ''logisticamente a Copa de 2014 representa o maior desafio já encarado pela FA até hoje''.




Fonte: FOLHA ON LINE

22/07/2014 - Os transportes e os alimentos ficaram mais baratos e influenciaram o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), conhecido como prévia da inflação oficial. A taxa ficou em 0,17% em julho, depois de avançar 0,47% no mês anterior, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano, de janeiro a julho, o IPCA-15 ficou em 4,17% e, em 12 meses, em 6,51%. O número está perto do teto da meta de inflação do Banco Central, de 6,5%. Em julho de 2013, a prévia da inflação oficial havia ficado em 0,07%. O IPCA-15 é divulgado mensalmente e calcula a variação média de preços de produtos e serviços em 11 regiões metropolitanas do país. A diferença entre esse índice e o IPCA, que é a taxa oficial de inflação do Brasil, está no período de coleta dos preços. Em vez de analisar os valores dentro do mês de julho, por exemplo, o IPCA-15 verifica os preços do dia 12 de junho ao dia 14 de julho. Por isso, é considerado uma prévia da inflação mensal. Entre as despesas analisadas pelo IBGE, as relativas a transportes exerceu a principal influência para o resultado do IPCA-15 no mês de julho. Depois de subir 0,50% em junho, o índice caiu 0,85% no mês seguinte. A variação de preços de alimentação e bebidas também contribuiu para a desaceleração do IPCA-15, ao passar de um avanço de 0,21% para uma baixa de 0,03%. Ficaram mais baratos os preços de, por exemplo, batata-inglesa (-13,23%), tomate (-11,63%), feijão-fradinho (-8,04%), cenoura (-7,67%) e feijão-carioca (-7,44%). Na contramão, apresentaram maiores avanços os preços relativos a habitação (de 0,29% em junho para 0,48% em julho) e despesas Pessoais (de 1,09% para 1,74%). Em habitação, as principais pressões partiram de energia elétrica (1,35%), condomínio (0,98%) e aluguel (0,92%). No caso das despesas pessoais, a maior influência veio da alta de 28,63% nas diárias de hotéis. Na região metropolitana de Fortaleza, o aumento foi de 57,95% no valor das diárias, seguida de Brasília, onde os preços subiram 45,74%. Na análise da inflação por regiões, o IBGE mostra que o maior índice foi o de Recife (0,71%) onde as diárias de hotéis, com alta de 34,71%. O menor foi o de Belém (-0,13%) onde os alimentos consumidos em casa chegaram a ficar 1,13% mais baratos em julho.


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